Requisitada intervenção viária no Capão Raso enquanto durarem obras do Ligeirão

Os vereadores Tico Kuzma (Pros) e Tito Zeglin (PDT) requisitaram, nesta terça-feira (23), no plenário da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), que seja realizada uma intervenção viária no bairro Capão Raso, enquanto durarem as obras do Ligeirão Sul. A ideia é que seja liberado um retorno para veículos na avenida Winston Churchill, na esquina com a rua Tenente Miguel Cubas, de forma que os carros nesta via possam acessar a rua José Zaleski, sem ter que percorrer dois quilômetros até a próxima oportunidade de correção de rota.

No dia 25 de outubro, Tico  Kuzma protocolou uma sugestão à Prefeitura de Curitiba, que foi aprovada pelo plenário em votação simbólica, na qual descreve como poderia ser feito o retorno na avenida Winston Churchill que serviria para mitigar os danos da obra na região (203.00557.2021). “Realmente houve atraso nas obras, trazendo um transtorno muito grande aos comerciantes, sobretudo pela circulação dos veículos. Diariamente falamos com o secretário municipal de Obras, Rodrigo Rodrigues, passando o que os comerciantes da região nos informam, e ele tem cobrado da empresa uma ação mais efetiva”, relatou Kuzma.

“As intervenções [para o Ligeirão Sul] [começaram no final de julho de 2020, com prazo estimado de 12 meses, porém já se passaram 16 meses e é perceptível que está muito longe do fim, devido ao ritmo muito lento. É uma obra que está afetando moradores e comerciantes”, criticou Tito Zeglin. “Dias atrás tive que conter os ânimos de um grupo que queria queimar pneus para reivindicar a abertura de um retorno para facilitar a circulação viária ali no bairro. Recentemente, eu e meu filho, indignados com essa situação, iniciamos um movimento com todos os comerciantes da avenida Winston Churchill, cobrando agilidade das obras e abertura urgente desse retorno”, relatou o vereador.

Zeglin é autor de um pedido de informações, registrado no dia 20 de outubro, em que questiona qual é a empresa responsável pela obra de desalinhamento das estações-tubo, qual o prazo para conclusão da obra e a quem cabe gerenciar o trânsito enquanto ela não termina (062.00783.2021).  As questões ainda não foram respondidas pelo Executivo. “É evidente que vivemos um momento econômico difícil com os reflexos da pandemia e os insumos da construção civil estão sofrendo reajustes constantes, mas, mesmo assim, por meio dessa Casa, precisamos encontrar maneiras das empresas responsáveis pela obra do Ligeirão cumpram os contratos de forma ágil e satisfatória”, cobrou.

Kuzma e Zeglin informaram que têm feito reuniões com os gestores, inclusive com o secretário de Governo, Luiz Fernando Jamur, para buscar uma solução para o problema. A obra do Ligeirão afeta os bairros Pinheirinho, Capão Raso, Novo Mundo, Portão e Água Verde.

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